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A culinária pode ser um ponto marcante de um determinado destino turístico. Inúmeros países no mundo possuem pratos típicos que muitas vezes por fazerem tanto sucesso acabam se espalhando pelo mundo através de restaurantes com comidas típicas de um determinado pais. Exemplos claros são os restaurantes italianos, chineses, japoneses, mexicanos, brasileiros, árabes espanhóis e muitos outros.



Uma boa culinária facilmente se difunde pelo mundo, porém esse não é o caso da comida americana. Um dos poucos pontos que eu realmente detestava nos EUA era a alimentação. Eles simplesmente conseguem transformar qualquer receita simples num completo desastre.

Exemplos claros dessa bagunça no paladar:

  • Feijão adocicado – Simplesmente não tinha nenhum gosto de feijão, há pessoas que gostem, mas rolava comer isso.
 

  • Purê de batata com pimenta – A mania americana de pôr pimenta em tudo, não liberava nem mesmo o purê;
  • Arroz sem sal – E sem nenhum sabor, era algo com por arroz na água e tirar;
  • Pizza – Massa muita grossa, pouco recheio e muito, mas muito molho de tomate. A sensação é de estar comendo extrato tomate com pão.
  • Carne – Imagine uma carne que naturalmente seria deliciosa. Pois bem, eles afogam ela num molho barbecue e aquela linda carne de churrasco tem mais sabor de doce que de carne.
  • Salmão – Novamente o molho barbecue entra em ação. Acho que eles não curtem sentir o sabor natural e bom das coisas.
  • Macarrão – Temperar pra quê? Vamos encharcar no óleo sem tempeiro nenhum e dar para eles comerem.

Essa foi a experiência vivida após estar me alimentando 1 ano e meio em restaurantes universitários. A solução era comer frango grelhado todo santo dia e torcer para que algum prato bom aparecesse, como ocorria as vezes.


Isso eu falo de restaurantes, porque a forma mais comum de refeição nos Estados Unidos é fast food. As pessoas não tem tempo a perder, então a melhor forma de se alimentar é ir em algum lugar que você não gaste mais de 15min para pedir e comer algo. Seja café da manhã, almoço, jantar os mais procurados são fast food. E o campeão de pedidos é o famoso hambúrguer. Eu comia hambúrguer todo os dias no jantar, por menos saudável que parece, era até bom. Para completar a caixinha de gordura uma batata frita aos pingos de óleo e um copão de Coca-Cola. Tá aí, raramente se encontra suco natural lá, e entre refrigerante e sucos industrializados, a primeira opção ainda é a melhor.

Um ponto alto da decepção foi quando uma família americana me convidou para um churrasco. Eu foi animado em matar minhas saudades daqueles churrascos dos finais de semana no Brasil. Quando chego lá, só tinha hambúrguer e salsicha assadas na grelha. Tipo, deprimente, era realmente ruim. Sério.

Mas nem tudo é tão mal, alguns restaurantes americanos tinham uma comida muito boa, que servem diversos pratos muito bons. São caros, do tipo pagar algo por volta de R$ 90 Reais numa refeição, com bebida e sobremesa, mas uma vez na vida não mata. Eles são o TGI Friday's, Charley's e Denny's. Esses 3 foram os melhores restaurantes americanos que fui, isso sem falar da Jambalaya que eu simplesmente me apaixonei e aprendi a fazer ela.
O carnaval é a maior festa popular do Brasil e uma das festas populares mais antigas do mundo. 

Mesmo não sendo uma festa tão popular nos Estados Unidos quanto no Brasil. Existe sim carnaval nas terras gringas! Ela é chamada de Mardi Gras. 

Essa tradicional festa carnavalesca é celebrada em estados como Flórida, Missouri, Texas e Alabama. Contudo essa festa tem maior expressão em Nova Orleans,  Louisiana .



Desde o século 19 o carnaval de Nova Orleans acontece. Cerca de 1 milhão de turistas visitam a cidade nesse período. Por volta de 50 blocos de rua chamados de knewes se espalham nas ruas e funcionam no mesmo esquema do carnaval do eixo Rio-São Paulo. Grupos se organizam para desfilar na Saint Charles Avenue e os membros pagam anualmente para participarem. A diferença do brasileiro é que não há competição entre os blocos, o que vale mesmo é a diversão e a irreverência das fantasias.

Uma opção para quem estiver curtindo nos blocos são as pubs e bares que existem no decorrer do circuito, embolando vários estilos que parte do Jazz, passa pela música latina e vai até o Rock.

Particularmente não estive em Nova Orleans no período de carnaval. Mas pude conhecer um pouco da riqueza cultural da cidade, principalmente ligado a musica, artes e culinária. Em breve vou fazer uma matéria falando especificamente dessa incrível cidade que pude conhecer, que eu coloco como uma das que mais gostei de visitar nos EUA.








Para quem não conferiu o vídeo que eu fiz dando dicas sobre como fazer um viagem para New York City, eu preparei um resumo dessa produção.

New York City



É simplesmente o destino mais procurado por turistas nos Estados Unidos. Com 8 milhões de habitantes NYC é bastante famosa pelos filmes, séries e clipes musicais rodados por lá.

Quando você viaja para NYC, você tem a possibilidade de reviver os lugares que normalmente é visto em filmes. Pelo menos isso aconteceu comigo.

Existem alguns lugares que você não pode deixar de visitar:

Estatua da Liberdade - $18 Dólares
Times Square - Gratuito 
Central Park - Gratuito
Strawberry Fields (Central Park) - Gratuito
Wall Street - Gratuito
Top of Rock - $29 Dólares
Rockefeller Center - Gratuito
Ponte do Brooklyn - Gratuito
Chinatown - Gratuito
Grand Central Terminal - Gratuito
Biblioteca pública - Gratuito
Museu de História Natural - Estudante - Contribuição voluntária
Memorial do 11 de setembro - Gratuito

Como chegar?

Via aéreo - Passagens variam entre R$1500 a R$4000 em média. Depende da época do ano e cidade de partida. Veja como encontrar os melhores preços.

Onde ficar?

Hostel em Manhattan ou Hotel no Brooklyn sai em média $35 dólares dia/pessoa. Mas se você pode pagar mais num alojamento melhor, em Manhattan um hotel bom está por volta de $80 dólares dia/pessoa.

Como se transportar?

Metrô é a melhor opção. Com $30 dólares você pode comprar um bilhete com validade de uma semana. E usando metrô é possível ir para qualquer ponto turístico.

O que comer?

Chinatown e McDonalds são as opções mais baratas. Mas se quiser como algum bom pagando em média $30 dólares recomendo um tradicional restaurante americano chamo TGI friday's.

Espero que tenham gostado das dicas. Se quiserem ver o vídeo na íntegra é só conferir logo abaixo:









  

No ultimo post eu estava falando sobre o fenômeno americano do Snapchat. Isso me fez lembrar das diferenças sobre o uso das redes sociais utilizadas pelos americanos e as nossas. Assim tenho alguns pontos interessantes a destacar.



1) Americanos não usam muito facebook. Isso mesmo, na terra onde foi criada a maior rede social do mundo apesar de a grande maioria da população haver facebook, eles usam muito pouco essa rede social;

2) Para publicar fotos o instagram é o mais utilizado;

3) Mesmo sendo um método de comunicação por chat, SMS é a forma mais utilizada para comunicação escrita. Se a comunicação for de Iphone para Iphone, é possível mandar mensagem de voz, fotos e videos no app de mensagens.

4) Whatsapp? Quase ninguém usa. O messenger mais utilizado no Brasil, lá nos EUA geralmente quem tem possui um amigo estudante internacional.

5) Snapchat é um app que corre por fora. Tem todas as funcionalidades dos outros, mas o aspecto de privacidade é a principal vantagem.


Fazer uma viagem para os Estados Unidos e conhecer as inúmeras incríveis cidades que existem por lá requer uma documentação especial para entrada no país. 


O Estados Unidos é um dos países que não é permitida a entrada no país somente com o passaporte ou outro documento nacional de identificação. É de extrema necessidade a apresentação do visto na entrada do país.



No site da decolar.com foi preparado um passo a passo de como tirar o visto americano. Segue na imagem abaixo:


Eu queria realmente parar com isso, mas comparar as coisas entre os EUA e o Brasil está sendo uma missão realmente complicada. A bola da vez é o sistema bancário. Basicamente o relacionamento que os bancos tem com os clientes.

Quando abri minha conta Universitária nos EUA, não precisei pagar nenhuma taxa, pelo contrário, eles possuem um programa que se eu fizer 5 movimentações bancárias em um período de 1 mês eu recebo $25 dólares. Transações do tipo: Usar o cartão de débito, depositar ou sacar. Interessante é que quando fui abrir minha conta, não enfrentei nenhum tipo de fila, o atendimento foi bastante rápido, precisei somente mostrar um passaporte e comprovante de residência. Se não me falha a memória, em questão de 15min tudo foi resolvido.




O atendimento ao cliente é excelente, sempre que ia ao banco era atendido rapidamente, o máximo que esperei foi questão de 10min. Mesmo você sendo um cliente universitário, tem atendimento equivalente a clientes especiais do Brasil. Oferecem café, água enquanto você aguarda. 

O deposito bancário pode ser feito num caixa simples. Você insere o dinheiro na maquina e automaticamente sem precisar inserir envelope o dinheiro é contato e já está disponível na conta. Detalhe, a qualquer hora ou qualquer dia da semana.

Outra coisa legal é que existe um banco no centro da cidade, após ser atendido eles oferecem um ticket para pagar o estacionamento.

Ao tentar realizar o encerramento de conta corrente, é algo muito tranquilo. Sem perguntas, sem burocracia ou algo do tipo. Novamente em minutos eles encerram a conta. 

Por fim, as agências bancárias trabalham de uma forma muito integrada, você consegue fazer qualquer serviço em outras agências da cidade, mesmo que não seja a agência em que você abriu a sua conta.

Gostei muito do atendimento e do sistema deles é muito eficiente, o Brasil tem alguns passos atrás nesse quesito. 



Fui ao banco por duas oportunidades aqui no Brasil desde que cheguei. Me deparei com filas longas que mal tinha lugar para ficar sentado aguardando. Os funcionários não foram educados ao prestar serviços. Realizei um deposito numa sexta feira no final da tarde que só aparecerá na segunda feira.
E o pior de todos, ao tentar resolver um problema com o banco por telefone me deparei com quase uma hora de tentativa resumida por transferências, ligações que caiam e desinformação do atendimento.
A maior pergunta que tenho recebido é a respeito do choque cultural de quando eu cheguei. Certo que tive pouco tempo que sentir isso, afinal cheguei aqui à 3 dias. Mas mesmo assim já foi possível sentir alguns choques entre a cultura brasileira e americana.

Tudo começa à partir do aeroporto de Guarulhos, quando vou chegando na alfândega. Como vivi mais de um ano nos Estados Unidos, posso ser declarado como "residente", alguém que foi para país para morar e não somente para fins turísticos, sendo assim posso transportar mais pertences de valor do que um simples turista, já que nesse período maior de estadia adquiri mais bens de consumo. Porém logo quando entro na imigração, mesmo o policial sabendo disso e eu mostrando uma carta de residência emitida pela minha universidade, numa forma não cortez de ser, pediu para eu abrir todas as 3 malas, mochilas e case do violão para revistar os itens. O engraçado de tudo isso é que por conhecidência alguns estudantes do mesmo programa ciência sem fronteiras passavam nas outras esteira tranquilamente. Até chegar um supervisor e dizer para o policial que podia me deixar passar já que sou residente. Nessa brincadeira perdi 45 minutos, tempo suficiente para perder o vôo pra salvador e ter que ficar mais 4 horas esperando no aeroporto.
Detalhe dois, em caminhada ao processo de remarcação, precisei passar por todos os portões do aeroporto, após pedir informação a 3 pessoas diferentes que trabalhavam no aeroporto, sendo uma delas funcionária da Infraero. Todas as informações fizeram eu me perder no aeroporto. Até que encontrei uma placa informativa que me deu uma informação mais precisa que todas que foram me passadas antes. Ai eu pensei, será que foi desinformação ou algo relacionamento a má fé? Nunca vou saber.




Tudo bem, meu vôo foi tranquilo e cheguei em casa em paz, após mais de 24 horas de viagem.

Passando as festividades, me encontro ao ato 2. Saio de casa pra ir ao shopping conseguir um número de telefone. Enfrento engarrafamento de 40 minutos, numa distancia de um pouco de mais de 5km. Como estamos em época de festas, o shopping estava lotado, então já vão mais 40 minutos para achar uma vaga apertada no ultimo andar do shopping. Entrando no shopping só pioram as coisas. Isso estava simplesmente lotado, as pessoas se esbarram em você e não existe um pedido de desculpas ou licença. Parece normal isso, mas o que no inicio me assustava ver você tombar em americanos e eles pedirem desculpas para você mesmo sem estarem erros, aquilo acabou soando normal pra mim. Uma simples gentileza me fez ficar encantado com a forma polida que eles são, parece as vezes forçado ou automático, mas são atos gentis e bonitos que infelizmente não são muito comuns.

Para finalizar chego na fila para comprar um chip e lá se vão mais quase 1h esperando numa loja que não estava cheia. Espera relacionada mais a falta de organização do que qualquer outra coisa.

Não gosto de criticar meu país, mas não posso ser omisso e não demonstrar alguns desconfortos. Eu realmente espero poder contar também coisas maravilhosas sobre meu povo e minha terra.
Quando alguém me pergunta se onde eu vivo é um local seguro e tranquilo, a primeira resposta que vem em minha mente é um sim!
Sim, moro numa cidade de médio porte com baixo indicie de criminalidade, numa região com poucos imigrantes e com uma forte influência religiosa sobre a população.



Mas especificamente moro dentro do campus, onde a segurança é mais reforçada, existe uma policia própria dentro do campus administrada pela universidade. Existem viaturas ao redor do campus durante 24 horas. A policia também normalmente informa todos os delitos cometidos no campus, não acontecem com tanta frequência, mas acontece. Eles costumam mandar e-mail, mensagens de texto e fazer ligações com mensagem gravada para informar algo que ocorreu no campus. Isso vale também para tempestades, fortes chuvas ameças de tornado e outros, como essa mensagem abaixo.



Nenhum lugar é 100% seguro, nem dentro do campus dentro de uma cidade "segura", mas para chegar o mais próximo disso, dentro do campus há alguns trajetos que podem ser feito pelo estudante a qualquer momento e podem ser considerados seguros. É geralmente uma zona monitorada por câmeras e que existem equipamentos que podem ser ativados em caso de emergência somente apertando um botão, como nas foto abaixo.





Esse caminhos são bem sinalizados com uma pegada de um gato que seria a representação do mascote da Universidade.




Pude ver sistemas parecidos em outras universidades, achei um grande exemplo de controle de segurança. Fico feliz por poder andar com notebook na mochila, celular na mão a qualquer momento, poder voltar de madrugada para casa sem nenhum preocupação, deixar o celular na mesa durante o almoço enquanto vou pegar comida sem peso na consciência e outras coisas que infelizmente não vou poder fazer quando voltar ao Brasil.

É claro, até mesmo aqui existem pessoas mal intencionadas, mas não muitas. Porém esse exemplo cito de onde eu vivo, sei que existem algumas cidades perigosas nos EUA, principalmente grandes cidades, onde há marginalidade, mas esse não é o exemplo, relato somente o que vive e o que estou vivendo.



Completos 13 anos do atentado realizado nas torres gêmeas em New York City, é tradição em memoria as vitimas ser realizado em muitas cidades dos Estados Unidos uma cerimônia de homenagem. 

Presenciei a mesma cerimônia no ano passado, que consiste na leitura do nome das quase 3 mil pessoas que foram mortas nesse atentado feita por um militar.










Pense em voce dirigindo numa rodovia durante 15 horas. Provavelmente vai se tratar de uma viagem a negócios ou pra visitar a família que mora muito distante de você. Provavelmente uma viagem chata e cansativa. 

Agora imagina que essa viagem de 15 horas cada minuto possa realmente valer a pena. Cada milha percorrida se torna menos cansativa diante a vista que a fascinante Highway 1 tem ao decorrer de suas 500 milhas.

Pois é, a Highway 1, situada no estado da Califórnia é em minha opinião a rodovia mais bela dos EUA. A parte em específico que eu fui ligava San Francisco à Los Angeles. É consideravelmente mais longa e mais lenta que o trajeto normal de ligação entre as duas cidades, mas compensa. 

São milhas e mais milhas de ladeiras e curvasa beira do penhasco, que e
é possível contemplar belas praias, fortes, pontes do século passado, túneis e mirantes fantásticos. 

A partir desses mirantes é possível ver a imensidão do paraíso onde você se encontra. À uma altura bastante alta, e relativamente imensurável, mas de dar medo, se pode apreciar uma beleza natural divina. Algo que nenhuma máquina fotográfica pode registrar como os olhos que estavam no momento. 

Se eu pudesse voltaria lá. É um programa fantástico pra fazer quando se tem tempo.  O ideal da viagem é tem pelo menos 4 dias livres para poder conhecer as praias e cidades que estão nas proximidades dessa rota. São muitas opções e pelo menos 2 a 3 paradas são bastante recomendadas. 

Fica a dica!



Na tentativa de saciar a fome e fazer mais um leva imersão cultural, foi tentar comer um dos pratos bastante típicos nos EUA, congelados.

Não me lembro de conhecer nenhuma comida genuinamente típica americana, mas sei que os enlatados, congelados, comidas prontas e práticas de fazer em geral são muito difundidas pela praticidade e "otimização" do tempo.

Vamos ver como é!
















No parque da universal studios me deparei com um fantástico show com animais atores. Muito bem feio, imagino o trabalho que deve ter sido para adestrar esses animais e ensaiar milimetricamente cada encenação.










Um dos lugares mais incríveis que já fui. Particularmente em minha opinião mais divertido e atrativo do que a própria disney. Irei começar uma serie de videos com algumas das experiências vividas lá. E principalmente gravações que fiz em brinquedos, simuladores e montanhas-russa.



Após uma hora de vôo de Atlanta para Lexington num avião que voltou a quebrar o ritmo de minhas empolgação de deslumbramento. É o avião não era essas maravilhas todas, por dentro tinha aqueles bancos pretos de couro que lembrava muito uns ônibus antigos interurbanos, sabe? Meio sinistro e tal, mas não fez nenhum barulho além do normal, graças a Deus, porque por aparência já aterrorizava.
Mas então, quase durante todo vôo, o céu estava bastante nublado, não deu pra ver muito das atrações das redondezas, inclusive de Lexington, as nuvens só sumiram faltando 1 minuto pra aterrissagem, tudo que pude ver foram alguns pastos, cercas, casas pequenas, muito no estilo da zona rural norte americana. Assim, surgiu então um desespero temporário, pensei eu: "Caramba, sai de Salvador, a terceira maior cidade do Brasil com quase 2 milhões de habitantes para ir a zona rural do States Estudar". Ia ser o cumulo! Pensamento besta, não pensando eu que essa "cidadezinha" da terra dos cavalos iria me surpreender muito ainda.
Cheguei no aeroporto de Blue Grass, significa basicamente grama azul, mas tem toda um misticismo por trás disso. É um aeroporto pequeno, considerando o de Atlanta e outros do Brasil, mas bem organizado, e com aquela mesma tendência a carpetes no chão, com cheiro agradável, um belo corredor com quadros colados na parede, muito simpático. Chegando lá, tinha uma voluntária que veio me buscar no aeroporto, me senti num filme americano, eu chegando e ela com o nome "Alexandre Nascimento", muito bacana, minha impressão sobre a cidade começava a ressurgir o encantamento.
Pois é, Lexington, a segunda maior cidade do estados de Kentucky com aproximadamente 300 mil habitantes, somente atrás de Lousville, no número de habitantes, possui a universidade mais renomada do estado de Kentucky e sua economia é movida em função das corridas de cavalo, intitulada de capital das corridas de cavalo dos Estados Unidos, também pela Universidade que através do ensino de excelência e a formação de times de diversos esportes tendo como seu foco central o time de basketball, o mais vitorioso do campeonato nacional entre universidades. Titulo que carrega o nome da cidade, os Wildcats, mas essa história vamos ver mais a frente!
See You!

Passadas as etapas de voo no Galeão, enfim iniciei o caminho a outra América.Previsão de voo : 9 horas. No boing da Delta, com longas fileiras de 8 assentos este prazo foi cumprido! Voo longo, mas por ser noturno foi bem tranquilo dormir pelo menos umas 5 horas desse total. É um pouco desconfortável, mas em função do cansaço, ajudou bastante. Não enfrentei nenhum problema de ouvido, o protetor que comprei no Galeão funcionou muito bem. Durante o voo havia a opção de assistir vídeos, séries, musicas e muitas outras opções, bem interessante, não usufrui muito. Vale apena destacar o jantar que mesmo não sendo fantástico por se tratar de um voo longo, conseguiu suprir a durante um bom tempo e próximo a chegada um café da manhã.
Enfim, às 8h da manhã e voo chegou em Atlanta, conforme o horário previsto, porém tinha esquecido de um pequeno detalhe, o fuso horário, se tratava de 7h da manhã, assim um fuso negativo, se comparado ao Brasil.